A dificuldade de contratar trabalhadores no meio rural tem levado pecuaristas brasileiros a adotar novas estratégias de manejo nas propriedades. Com equipes menores e maior rotatividade de funcionários, tecnologias voltadas ao manejo nutricional do rebanho passam a ganhar espaço como alternativa para manter a produtividade.
A mudança é percebida principalmente em sistemas de confinamento e semiconfinamento, onde a alimentação dos animais exige rotina rigorosa e controle preciso das dietas.
Segundo o zootecnista Fernando Carlos de Oliveira, gestor técnico da NutriGanho, a automação do fornecimento de ração tem sido adotada por produtores para enfrentar a escassez de mão de obra no campo.
De acordo com ele, a distribuição de ração tradicionalmente depende de várias etapas realizadas manualmente, como carregamento, mistura dos ingredientes e fornecimento aos animais.
Com a dificuldade de encontrar trabalhadores qualificados, muitos pecuaristas passaram a investir em sistemas automatizados e caixas alimentadoras, que ajudam a tornar o processo mais prático e reduzem a necessidade de equipes numerosas.
Com o uso de equipamentos automatizados, o produtor consegue manter a rotina de alimentação mesmo com menos funcionários na propriedade.
Segundo Fernando Carlos de Oliveira, a tecnologia permite programar horários e quantidades de ração, o que contribui para que o trato seja realizado de forma regular e com maior controle.
Além disso, os sistemas ajudam a reduzir falhas no processo e garantem maior estabilidade na alimentação do rebanho.
Outro benefício apontado pelos especialistas é a padronização da alimentação. Como os equipamentos seguem programações previamente definidas, os animais recebem a dieta de forma mais regular.
Esse controle pode ajudar a estabilizar o consumo de matéria seca e melhorar o desempenho dos bovinos em sistemas de confinamento, além de contribuir para reduzir desperdícios de ração.
Alguns equipamentos também oferecem integração com softwares de monitoramento que registram informações sobre consumo de alimento, formulação das dietas e frequência de trato.
Esses dados permitem que o produtor acompanhe o desempenho dos lotes com mais precisão e realize ajustes nutricionais ao longo do ciclo produtivo.
Com a automação de tarefas repetitivas e fisicamente exigentes, as equipes podem concentrar esforços em atividades de supervisão e gestão dentro da propriedade rural.
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