Estrias, cicatrizes e outras marcas na pele fazem parte da realidade de muitas mulheres. Em alguns casos, porém, essas alterações podem afetar diretamente a autoestima. Com o avanço da estética especializada, procedimentos como a micropigmentação paramédica têm sido utilizados para suavizar essas marcas e uniformizar o tom da pele.
Durante o Mês da Mulher, o tema do autocuidado e da valorização da autoestima ganha ainda mais visibilidade, especialmente em áreas ligadas à saúde e estética feminina.
A micropigmentação paramédica consiste na aplicação de pigmentos específicos na pele com tonalidades próximas ao tom natural da região tratada. O objetivo é reduzir o contraste de estrias, cicatrizes ou alterações de pigmentação, criando um efeito de uniformização.
Segundo a especialista em micropigmentação Elisangela Mamede, considerada pioneira na técnica no Centro-Oeste, o procedimento tem impacto que vai além da estética.
“Muitas mulheres convivem com estrias ou cicatrizes que interferem na forma como se enxergam. A técnica pode ajudar a suavizar essas marcas e contribuir para que a pessoa se sinta mais confortável com o próprio corpo”, explica.
Antes da realização do procedimento, é feita uma avaliação da pele para identificar características como tonalidade, textura e região a ser tratada.
De acordo com Elisangela Mamede, esse processo permite adaptar a técnica às características de cada paciente, buscando um resultado natural e compatível com a pele.
Entre as regiões mais procuradas para camuflagem estão abdômen, glúteos e coxas, áreas onde as estrias costumam surgir com mais frequência, especialmente após gestação, alterações hormonais ou variações de peso.
Além da aplicação estética, a micropigmentação paramédica também pode ser utilizada em procedimentos reparadores.
Profissionais da área utilizam a técnica, por exemplo, em pacientes que passaram por cirurgias como a mastectomia. Nesses casos, o procedimento pode contribuir para a reconstrução de aréolas e mamilos.
Com mais de duas décadas de atuação na área, Elisangela Mamede também desenvolve ações voltadas a mulheres que passaram por esse tipo de cirurgia, utilizando a técnica como parte do processo de recuperação da autoestima.
Procedimentos estéticos voltados à reparação da pele têm sido cada vez mais procurados por pessoas que desejam melhorar a relação com a própria imagem.
Durante o Mês da Mulher, iniciativas e debates sobre autoestima, saúde e autocuidado ganham espaço, ampliando a discussão sobre bem-estar e qualidade de vida feminina.
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