O prazo para a entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026 começa no dia 23 de março e segue até 29 de maio. Em Goiás, mais de 1,4 milhão de contribuintes devem prestar contas à Receita Federal do Brasil com base nos rendimentos obtidos em 2025.
Devem enviar a declaração os contribuintes que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 no ano passado. Também entram na lista quem teve rendimentos isentos superiores a R$ 200 mil, realizou operações na bolsa de valores ou possui bens acima de R$ 800 mil.
O envio pode ser feito pelo Programa Gerador da Declaração (PGD) ou pelo sistema Meu Imposto de Renda, disponível também em aplicativo.
Além de cumprir a obrigação fiscal, o contribuinte pode utilizar a declaração para apoiar projetos sociais sem custo adicional. A advogada Melina Lobo destaca que essa é uma oportunidade ainda pouco conhecida.
Segundo ela, é possível direcionar parte do imposto devido para iniciativas locais. “Muitas pessoas não sabem, mas esse recurso pode ficar no município e beneficiar diretamente quem mais precisa”, explica.
Contribuintes que optam pelo modelo completo podem destinar até 3% do imposto para o Fundo da Criança e do Adolescente e outros 3% para o Fundo do Idoso.
O procedimento é feito dentro do próprio sistema da Receita Federal do Brasil. Após preencher a declaração, basta acessar o campo de destinação, escolher o fundo desejado e deixar que o sistema calcule automaticamente o valor disponível.
Em seguida, é gerado um DARF para pagamento. Depois da quitação, o contribuinte pode encaminhar o comprovante à instituição beneficiada para acompanhamento do repasse.
A Creche Casa Verde, que completa 10 anos em 2026, intensifica a campanha de destinação do Imposto de Renda como forma de manter suas atividades.
Atualmente, a instituição atende cerca de 90 crianças, com idades entre 2 e 6 anos, em período integral. O espaço oferece alimentação, acompanhamento pedagógico e estrutura voltada ao desenvolvimento infantil.
Os recursos obtidos por meio da destinação são essenciais para a manutenção dos serviços, incluindo equipe, alimentação e atividades educativas.
De acordo com a advogada Melina Lobo, o contribuinte não paga nada além do imposto já devido.
“O valor não é uma doação extra. Ele já seria destinado à União, mas pode ser aplicado diretamente em projetos sociais do município”, explica.
A iniciativa é considerada uma forma prática de transformar parte do imposto em investimento direto na comunidade, com impacto imediato em ações sociais locais.
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